1. O QUE É?
É uma forma particular de ajuda oferecida ao candidato a uma
vocação de consagração especial, para
que, crescendo: na fé; na maturidade humana; na consciência
do próprio projeto de vida possa dar uma resposta livre, consciente
e ativa a Deus que o chama ao seguimento de Cristo.
2. ACOMPANHAMENTO: OS OBJETIVOS
2.1. O acompanhamento
visa ao amadurecimento pessoal e comunitário do Jovem, a fim
de que possa realizar sua integração adulta na Igreja,
fazer com plena responsabilidade sua opção vocacional
e testemunhar com a vida a autenticidade de sua vocação.
2.2. Visa também
a superação ou integração de inibição
e medos, muitas vezes inconscientes, que dificultam ou até
impedem:
- a liberdade na opção; - a franqueza a abertura para
o diálogo; - a vitalidade pessoal e apostólica; - a
criatividade;
- a capacidade de assumir, decidir e ser constante; - o amadurecimento
da área afetivo-sexual da pessoa.
ETAPAS
2.3. Na caminhada de
acompanhamento podemos distinguir 3 etapas:
a) O despertar da vocação.
b) A etapa de discernimento vocacional, de aprofundamento da consciência
de ser chamado, de amadurecimento das qualidades que tornam possível
uma escolha vocacional.
c) A opção vocacional específica e a decisão
de ingressar na casa de formação.Nas três fases
a presença e a ação do acompanhador torna-se
importante.
2.4. Alguns aspectos
qualificantes do DISCERNIMENTO ( 2ª Etapa), a serem realizados
pelo vocacionado:
a) Suficiente conhecimento de si e capacidade de autodomínio,
descobertas dos dotes humanos, consciência do grau de maturidade
alcançado, aceitação dos seus limites e esforço
concreto para um crescimento.
b) Uma vida cristã vivificada pela palavra de Deus e pela prática
sacramental. Esta deveria levar a um aprofundamento de amizade com
Cristo e a uma descoberta de sua responsabilidade para com a Igreja
e para com um serviço ministerial.
c) Finalização, se for possível na situação
concreta do seu ambiente, dos estudos do segundo grau.
d) Formação catequética básica, iniciação
à oração pessoal e colaboração
com os responsáveis da comunidade eclesial.
e) Esclarecimento e amadurecimento dos aspectos vocacionais: capacidades,
atitudes, motivações, boa e reta vontade.
f) Conhecimentos das diferentes vocações na Igreja e
aprofundamento da particular vocação a qual se sente
chamado.